Dia da Leitura no dia 12 de outubro, Dia da Criança
CONHEÇA QUEM APÓIA ESSA IDÉIA!
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"Vejo com admiração e muita simpatia as ações do Instituto Ecofuturo voltadas para a promoção da leitura. A difusão e o estímulo do hábito de ler ou de ouvir histórias impressas em livros edificantes é fator fundamental para a construção de sociedade evoluída. É através dos conhecimentos passados a milhões de leitores de todas as idades ou mesmo de ouvintes muito jovens que se dá o crescimento intelectual e o desenvolvimento do espírito crítico. Esses fatores contribuem, com toda a certeza, para o fortalecimento da noção de cidadania." |
| "Eu apóio esta idéia porque a leitura é fundamental, como o amor por um filho; porque a leitura é fundamental como a amamentação, o sangue que corre nas veias, o ar que a gente respira – além de ser muito divertido. Eu apóio esta idéia porque não ler é viver na escuridão." Wellington Nogueira, Doutores da Alegria |
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"Um dos momentos inesquecíveis da vida de qualquer criança é quando, pela primeira vez, ela junta uma letrinha, mais outra, e mais várias delas e começa a... ler! É uma conquista tão importante que será usufruída pelo resto de sua vida e abrirá, a cada dia, uma nova janela para o mundo." Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica |
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"Imagino o Dia da Leitura como o Dia dos Namorados, das Mães, o dia de Natal, no qual todos darão livros de presentes aos amigos, como chocolate na Páscoa. E todos falarão de amor à leitura." |
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"Eu sempre desejei que toda criança brasileira pudesse receber aquilo que ofereço ao meu filho.Quem ama lê. As histórias estimulam a imaginação, desenvolvem a criatividade, trabalham a emoção – mesmo que pareça um simples ritual na hora de dormir." |
| "A idéia de se estabelecer um dia estadual de leitura em São Paulo (e, esperemos, um dia nacional) ajuda a promover um hábito agradável que contribui para o desenvolvimento do País e proporciona às pessoas e famílias um lazer de qualidade e a possibilidade de autonomia intelectual, base de uma cidadania verdadeira." Claudia Costin, vice-presidente da Fundação Victor Civita |
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"O dia da leitura poderia ser o dia da solidariedade. Quem escreve compartilha o que tem de mais valioso, seu talento, sua visão da vida, sua experiência/sabedoria adquirida. O dia da leitura também poderia ser o dia da nutrição. Porque ela alimenta a alma e o nosso eterno crescimento/aprendizado. Nutrir o ser solidário de cada um, o que mais poderíamos desejar às futuras gerações?" Raí, diretor-presidente da Fundação Gol de Letra |
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"Os pequenos que lêem pronunciam palavras que certamente terão “eco” no “futuro”. E assim poderão ajudar a moldá-lo, fazendo daquele um tempo melhor, tempo de colheita amorosa entre as criaturas e a mãe Terra, Gaia, tempo pleno de beleza para sempre." Chico Pinheiro, jornalista |
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“Na minha opinião, todos os dias deveriam ser dedicados à leitura... devemos cultivar, cada vez mais cedo, o hábito de leitura nas crianças, para, em um breve futuro, termos muito mais leitores”. |
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"A leitura é uma porta pela qual as pessoas entram no mundo do conhecimento, da reflexão e da cidadania. Incentivar a leitura entre as crianças é garantir que o futuro do País percorra essa avenida que leva a um país melhor." José Augusto, deputado estadual e autor da lei que criou o Dia da Leitura no Estado de São Paulo |
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"Pesquisas demonstram que as conexões dos neurônios se iniciam, no cérebro, ainda na nossa fase intra-uterina (calcula-se em cerca de 100 bilhões de neurônios). Aos seis anos de idade, todo ser humano perde 50% desse total. Portanto, favorecer as conexões até essa idade é fundamental – e nada melhor do que contar ou ler histórias para os bebês, mesmo na fase intra-uterina e sobretudo nos três primeiros anos de vida. Aparentemente, a criança não dá importância, mas é isso que lhe permite desenvolver o pensamento lógico, a síntese cognitiva e a alfabetização precoce." Frei Betto, escritor |
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“Os livros não mudam o mundo. Quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”, observou, com fina percepção, Mário Quintana. Assim, à medida que se prestigia a leitura, abre-se espaço para o aparecimento de pensadores, filósofos, cientistas e poetas, indispensáveis para que brotem novos leitores e escritores. Ademais, o livro, instrumento ancilar do desenvolvimento cultural de um país, ajuda a preservar a memória nacional, a suscitar idéias para a solução de nossos problemas e a direcionar o itinerário da nacionalidade com relação ao futuro. Como disse o poeta John Milton, um dos maiores vultos da literatura universal, “os livros são tão vivos quanto os seres humanos.” Marco Maciel, senador |
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"É na primeira infância que a revelação da literatura pode ser o diferencial de uma vida. Ainda sem o domínio da escrita, a criança se deslumbra ao tocar, folhear, descobrir as ilustrações. A imagem que me vem da infância é a vovó, a mãe, o pai partilhando com os netos ou os filhos esse momento mágico. Confesso ser um “devorador” de livros e me orgulho de ter estimulado meus filhos para a leitura desde cedo. É um crime omitir de uma criança as maravilhas do Sítio do Pica-Pau Amarelo, criado pela imaginação do maior escritor infantil brasileiro, o nosso eterno Monteiro Lobato. Toda criança deveria ter o direito de saborear Emília, Narizinho e Pedrinho, em divertidas e inesquecíveis aventuras." Aloizio Mercadante, senador |
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O processo "Quando consegui compreender como os outros leram o que eu estava vendo, ler tornou-se parte de meus sentimentos. Passei a querer saber como as pessoas antigas, que liam do céu a chuva. Durante décadas aprisionado, somente a leitura da vida, através dos livros, sustentou meu imaginário de lucidez. Sempre soube que, se não mudasse, seria mudado. A prisão me transformaria em um ser aprisionável. Fui obrigado a construir o avesso do avesso para não ser atropelado pela cultura criminal determinante das prisões. Lutei contra a ignorância e a estupidez: tornei-me professor." Luiz Mendes, escritor |
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"Em 1993, o então Deputado Federal e membro do Conselho Curador da FNLIJ, Paulo Alberto Em 1993, o então deputado federal e membro do Conselho Curador da FNLIJ, Paulo Alberto Monteiro de Barros, Artur da Távola, encaminhou à Câmara Federal um projeto de lei para instituir o Dia Nacional da Leitura, mas não teve êxito. A falta de leitura do povo brasileiro não era um problema relevante para a maioria dos seus representantes no Congresso Nacional. A aprovação do projeto com o mesmo fim, encaminhado agora pelo Instituto Ecofuturo, representará uma conquista importante da sociedade com a classe política do País. A comemoração nacional da data, anualmente, contribuirá para chamar a atenção da sociedade sobre a necessidade imperativa de formar uma nação de leitores para o bem de todos."
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"A criação do Dia Nacional da Leitura merece não apenas o meu apoio, mas de todos os membros do Congresso Nacional e de todos os brasileiros. Eu só me transformei num leitor voraz porque aprendi de berço. Meus avós e meus pais liam diariamente para nós inúmeras histórias que povoavam nossos sonhos e pensamentos. Cresci ouvindo histórias e hoje leio, em média, quatro livros por mês. Pesquisas comprovam que os leitores de hoje tiveram exemplos dentro de casa. Por isso, pais, mães, avós e tios têm a responsabilidade de ler diariamente histórias para suas crianças, criando nelas o hábito pela leitura e promovendo seu desenvolvimento intelectual." Marcelo Almeida, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Leitura |
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"O desenvolvimento do interesse pela leitura é um processo contínuo que começa cedo, em casa, e vai sendo aperfeiçoado na escola. Estudos mostram que bebês se tornam crianças mais habilidosas na escola se expostas regularmente aos livros. Ler para bebês entre zero e três anos estimula os neurônios, desperta a fantasia, favorece a alfabetização e a construção do pensamento lógico. Apesar da tecnologia de hoje, nada substitui a magia, o poder e o prazer de tocar as páginas de um livro e nele encontrar um novo mundo." Rosângela Rondon Rossi, coordenadora do Programa Escolas-Irmãs |
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"Nasci, cresci e fui muito feliz numa casa onde os livros eram objetos cotidianos,como o pão,o leite e os abraços. Mais tarde,em minhas casas,com meus filhos, foi a mesma coisa. Portanto,esses lugares não tinham apenas janelas e portas materiais, mas aberturas incontáveis para a vida, para o mundo e para dentro de nós mesmos.Criança com livro é um futuro adulto integrado no mundo, ainda que nunca saia de sua cidade." Lya Luft, escritora |
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"De fato, eu apóio essa idéia. Estou convencida de que, quanto mais cedo uma criança se familiariza com o livro, mais chance ela tem de não querer mais dispensar a companhia dele pela vida afora." Lygia Bojunga, escritora |
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"A Secretaria de Estado da Cultura tem trabalhado no fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas do Estado, para que todo cidadão possa ter acesso à leitura durante todo o ano. Queremos, neste dia, promover atividades nas bibliotecas, colocando-as em evidência, já que são agentes na formação de leitores." João Sayad, secretário da Cultura do Estado de São Paulo |
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"A leitura, enquanto pré-requisito para a obtenção de todo e qualquer conhecimento, desempenha um papel fundamental na preparação para a cidadania inspirada nos princípios de igualdade social e respeito à diversidade do ser humano. A criança que desde muito cedo entra em contato com a obra literária escrita para ela terá uma compreensão muito maior de si e do outro, desenvolvendo seu potencial criativo, alargando seus horizontes de conhecimento e ampliando a sua visão da realidade. O Brasil está hoje entre os países com o maior índice de desigualdade social do mundo e, para reverter essa situação, é necessário que os nossos jovens se tornem leitores, cidadãos reflexivos, com competência para compreender e mudar essa realidade. Ao fornecer meios para a compreensão da sociedade, a leitura alicerça a formação de seres sociais responsáveis e atuantes na construção do destino coletivo." Antônio Carlos Magalhães Neto, deputado federal |
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Sobre ler para crianças pequenas "Quando uma criança vem ao mundo, seu desafio é ser humano. Ela pode comer, chorar, dormir, movimentar-se; aos poucos, vai reconhecer seu nome, sorrir, falar, tornar-se humana. Falamos com os bebês para que aprendam a falar; dançamos com os bebês para que aprendam a dançar; sorrimos e dizemos “não” para que consigam fazê-lo. É preciso ler para crianças pequenas, bem pequenas, sempre, para que elas possam ler, ter acesso ao mundo e tornar-se cada vez mais humanas." Lucila Pastorello, fonoaudióloga e pesquisadora sobre leitura em voz alta na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo |
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"Conviver com os livros desde muito pequeno é grande. É a melhor maneira de mostrar que os livros são parte da nossa vida, são coisas que pertencem ao nosso cotidiano e sempre pertencerão. A imagem de que o livro é um privilégio, é um hábito reservado para poucos, como uma biblioteca antiga e sisuda à qual jamais teremos acesso, é o principal obstáculo cultural de países como o Brasil, onde o índice de leitura ainda é baixo. Há excelentes livros hoje em dia para crianças com menos de seis anos. Meus pais liam para mim desde cedo e eu agora leio para meus filhos. Quanto mais naturalidade houver nesse contato, melhor." Daniel Piza, jornalista |
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"Muito me incomodo com a insistência de pais e educadores quando o assunto é leitura. O discurso é sempre o mesmo: ler é importante. Mas, apesar de os conselhos serem bons, nem sempre há bons exemplos. Antes dos filhos, os pais e os educadores devem apaixonar-se pela leitura, devem descobrir que leitura é conhecimento, é prazer. É mais que isso: ler é vital. Ainda que gasta a frase, é oportuno lembrá-la: A lição dos exemplos vale mais que a dos conselhos.” Gislaine Buosi Feehus Monteiro, professora vencedora do 6º.Concurso de Redação Ler é Preciso |
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"Em Especulações em torno da palavra homem, Drummond pergunta sobre as razões e as formas de ser do homem. A última estrofe – Que milagre é o homem?/Que sonho, que sombra?/Mas existe o homem? – traduz, de forma extraordinária, o susto de existir. É um poema agudo, e suas perguntas flutuam no espaço como facas afiadas. Pode-se ler para o conhecimento, para a diversão. Faz-se muita coisa com a Literatura, e isto é bom. Mas deve-se lembrar sempre que ela nos devolve, em tempo de violência ou paz, a indagação da vida em puro espanto, algo que experimentamos no parto e seguimos experimentando enquanto nos reconhecermos como seres que transcendem a ordem exata na matéria. Isso faz a Literatura: ensinar, pelo belo, sobre o destino, a morte e a vida. Então, leiamos. E nossas vidas seguirão espantosas e grandiosas." Luiz Percival Leme Britto, pesquisador especialista em leitura e escrita |
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"Venho de uma família de grandes leitores. Na casa de minha avó, livros eram assunto de almoço de domingo. Meu tio Beto, por exemplo, adorava ler sobre naves e extraterrestres; tia Marina, romances de amor; minha avó Leonor preferia histórias de mulheres corajosas, como as das obras de Raquel de Queiroz. Assim que fui alfabetizada, passei a ganhar meus próprios livros e me tornei uma leitora voraz. Agora, escritora, acredito que o contato da criança pequena com o livro é fundamental. Se eu tivesse sido afastada desses objetos “mágicos”, não teria essa relação tão amorosa com o livro. Livros são para todas as idades, horas e lugares." Heloisa Prieto, escritora |
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"Pegar um livro e ler é o “Abre-te, Sésamo”. Dá para ler até para quem ainda nem sabe falar. Lendo, a gente está jogando sementes. Se vão germinar – e quando, e como –, isso não nos cabe conhecer de antemão. O que se pode esperar é conseguir fazer um encontro e criar vínculos, c'est tout. Sem vínculos, nada acontece. (...) A leitura com a criança pode ser o primeiro passo para que o adulto que a educa assuma um papel do qual nossas crianças e jovens estão muito carentes: o de intermediário entre elas e o mar de mensagens em que vivemos mergulhados." |
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Leitura na veia das futuras gerações "A saturação de informações dos meios de comunicação no mundo atual é uma nova realidade que faz com que os educadores e iniciativas como a Associação Viva e Deixe Viver assumam a grande quebra de paradigma – o estímulo à leitura em qualquer espaço: escola, hospital, biblioteca, praça. A criança, mais do que nunca, quer um mediador de leitura que compactue com ela, que troque e permita a troca de informações, até porque a tecnologia possibilitou um maior acesso à leitura, à informação, ao conhecimento, o que até então era mediado pelos professores e tutores. A força do voluntariado neste processo educacional faz do ato da leitura um momento mais divertido, uma prática interativa e criativa, com discussões e bate-papos. O lúdico se faz presente e a comunicação torna-se imprescindível nos relacionamentos humanos para o estabelecimento da ordem mundial na economia e nos aspectos social e ambiental." Valdir Cimino, diretor-fundador da Associação Viva e Deixe Viver |
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"O grande desafio que nós temos é tornar o livro um instrumento indispensável à formação intelectual das pessoas e à ampliação das suas liberdades, pois só o conhecimento traz a liberdade. A leitura do livro é também um instrumento de lazer e de felicidade. Nada mais apropriado, portanto, que os bons livros possam entrar na vida de nossas crianças desde a primeira infância, mesmo que elas ainda só entendam suas figuras, desenhos e palavras simples. Esse contato lúdico vai certamente ser o começo de uma experiência para toda a vida, colaborando para a formação de mais um leitor e de mais um cidadão pleno." |
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"O primeiro contato da criança que recebeu leitura desde cedo com o alfabeto é como um grande reencontro. Tudo faz sentido rapidamente. Logo ela passa a fazer outras leituras com mais propriedade e começa a ler o mundo que a cerca. Portanto, oferecer leitura para uma criança em seus primeiros anos é um gesto amoroso de boas-vindas, uma verdadeira iniciação à vida." Mozart Neves, presidente-executivo de Todos pela Educação |
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"A leitura é a principal parceira do conhecimento. Promover o convívio de nossas crianças com o universo da leitura e da escrita é fundamental para que tenhamos um mundo melhor, mais justo e igualitário, com respeito ao meio ambiente. Parabenizo a todos os envolvidos nessa iniciativa. Eu apóio esta idéia!" |
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"O livro nos faz viver em dobro. Potencializa nossos talentos, abre espaço para a vida, a interação, troca e compartilhamento. Traz encatamento e nos faz sonhar. Nós,do Instituto zeroAseis,somos apaixonados por livros e recomendamos a leitura de livros para o bebê na barriga, para as crianças pequeninas, para todo tipo de criança - menino ou menina -, para os jovens e para adultos de qualquer idade. Brinque de ler !" Marilda Duarte, Vice-presidente Instituto zeroAseis |
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